26/06/2016

Aqui estou

Você pode ler esse texto ouvindo “SomewhereOnly we know


Aqui estou, no canto dessa festa. Com essa garrafa de cerveja. Com essas luzes ofuscando os meus olhos. E essa música forte martelando na minha cabeça. Estou aqui tentando entender o que foi isso que a gente viveu. Tentando decifrar os mistérios que fizeram encantar-me por você. Ao som dessas músicas que me incentiva a beber mais e a te esquecer. Estou tentando descobrir o porquê você seguiu outro caminho diferente do que eu tinha planejado para nós. Talvez a resposta esteja aí. Eu planejei. Eu sonhei. Eu agi. Eu. Eu. Eu. Tudo foi sempre eu. Eu que me encantei. Eu que queria ficar perto de você. Eu que pensei em um possível nós. Você nunca esteve aqui. Você não sonhou. Você não planejou. Você não me enxergou. Só viu mais um. Mais um daquele aplicativo que te viciou. Não percebeu quem estava ao seu lado. Não sentiu os meus sentimentos por você. Não quis ver que eu queria você com todos os seus defeitos, manias, dramas e qualidades.  Só enxergou o seu eu e não viu, o nós. Queria que tivesse visto o que fiz. O que enfrentei. Os pauzinhos que mexi. As pessoas que enfrentei para existir o nosso momento. Mas não. Estava preocupando-se em fazer um joguinho que eu  nunca conseguirei vencer. Sempre terá uma fase a mais para ser superada. Surgirá cada vez mais obstáculos para ultrapassar. Você os coloca para ver até onde eu vou. E eu irei. Irei até onde você me permitir ir. Porque eu estava disposto a ir até o fim para estar com você. Minha cabeça dói. Dói por causa da quantidade de álcool que já ingeri. Dói, com certeza porque você não olhou além do seu aquário e dói porque é difícil entender isso que tivemos. Mas foi bom e provavelmente por isso q estou aqui martelando a minha cabeça com essa história. E o que consola a dor dessa noite e da história da minha vida é que as pessoas certas ficam juntas.

26/12/2015

Era para ser....

Você pode ler esse texto ouvindo This Love


Eu já tinha a costumado a contemplar as estrelas. A deitar na grama. Já tinha abaixado a minha guarda e permitido a sua entrada. Na verdade, nunca consegui entender como me envolvi em você tão profundamente e em tão pouco tempo a ponto de abaixar todas as minhas defesas, revisar os meus princípios e adotar o seu jeito de ver a vida.
Eram para ser seus todos os meus textos. Eram para ser seus todos os meus sorrisos. Eram para ser suas todas as minhas primícias. Mas você não quis. Preferiu as incertezas, os outros textos, os outros sorrisos, uma outra vida. Você tinha todos os pontos para ser o tudo, mas preferiu ser o nada.
Porra, era para termos o Toddy, erámos para sermos vizinhos do “Omar”, era para eu lavar as louças e você vim, me abraçar por trás e me beijar. E as nossas viagens? E os nossos sonhos? O que você fez com tudo isso? Que diabos de lugar tu colocastes tudo que sentia por mim? Que merda!
Poxa vida, lutei tanto para ficarmos juntos. Lutei contra mim tantas vezes para deixar você ganhar. Queria que você tivesse feito o mesmo quando me mandou um “Whats” dizendo que iria me reconquistar. Que havia se arrependido. E depois de tudo que passou havia aprendido. Eu juro, eu acreditei mais uma vez nessas palavras. Acreditei mais uma vez nos nossos sonhos. Acreditei que a nossa lua voltaria a brilhar e que a âncora realmente havia nos firmado e não estávamos mais soltos no oceano.



Sabe eu achava a nossa história tão bonita. Eu estava disposto a mostra tantas coisas a você e aprender tantas outras contigo. Tinha planejado tantas datas, tantos momentos, tantos presentes, tantos outros níveis. Porém o seu querer jogou-os no lixo. Caralho, por que você decidiu mendigar outros amores, outros sonhos, outros textos, e outras vidas, se tinha tudo aqui com tanta abundância?

Fico aqui sem entender o seu motivo de querer ficar próximo mesmo depois de ter desistido de nós. Você sabe que ti ter por perto me machuca, mas mesmo assim permanece. Permanece com o mesmo sorriso, com as mesmas brincadeiras, com as mesmas safadezas e com as mesmas molecagens de sempre. Ficou mesmo sabendo que sua presença doía. Mesmo sabendo que eu não teria coragem de ti manda embora. Permaneceu. A ausência dói, mas a sua presença dói mais ainda. 

27/11/2015

Estou gostando ...

Você pode ler esse texto ouvindo What if I


Como é bom se sentir querido. Ter um lugar quentinho para ficar, mesmo que a agitação do mundo moderno lhe permita fica ali somente a duração de um filme. É simples, mas a sua simplicidade me cativa e vasculhando minhas lembranças não me recordo de ser tão simples assim e a chegar ao ponto de deseja uma casinha de sapé.

Gosto dessa sensação boa de sorrir para a paisagem que passa lá fora do ônibus. Dessas lembranças que confirmam que é bom viver. Aprecio esse sorriso estampado no meu rosto causado por sua singela existência. Estou gostando de me deleitar no teu sorriso, nas tuas palavras e nos teus beijos. Não quero admiti que tu me cativaste para que não tenhas a responsabilidade da eternidade comigo, apesar de deseja que tenhas. Assim, como já a tenho por ti.



Gosto do seu jeitinho calmo, mas intenso. Ausente, mas presente. Paciente, mas determinado. Estou gostando das suas palavras e das suas construções semânticas. Sua timidez torna tudo isso tão meigo e como posso dizer? Tão enredo de cinema! Com certeza, você não se encaixa no que eu procurava (mas nem sei o que eu procurava), no entanto meus olhos te viram e gostaram de você. Gostaram de olhar para seu coração. Gostaram de enxergar um futuro possível e sem exageros. Simples. Pensar em uma palavra que te defina seria essa, simples. Talvez isso explique o porquê dos meus olhos terem se encantado com você. O simples nos fascina.

Gostoso é gostar de você. Gostoso é gostar do que você me proporciona. Gostoso é ler “amor” no lugar do meu nome. Gostoso é ficar com gostinho de quero mais toda vez que me despeço de você. Gostoso é seu jeitinho de gostar de mim. Ah, gostoso é tudo que é você.


Confesso que de início não acreditei no futuro desse gostar, mas como o destino gostar de brinca com a gente. Hoje já me encontro assim meio abobado. Parabéns, você soube usar muito bem as armas que possuía e já está conseguindo me envolver e fazer o gostar virar amor.

11/07/2015

A nossa casa ainda fala de você



Você pode ler esse texto escutando All too well

 Foto retirada do www.achadosdamoda.com                                                  

Mesmo após esses 12 meses a nossa casa ainda fala de você. Ela faz com os meus flashes de memória sejam cada vez mais nítidos no desejo de que a minha memória não comece a falhar depois de tantos dias passados desde o dia em que você nos deixou.
Ela me mostra a primeira parede que sentiu o calor dos nossos corpos na data em que fomos escolhidos para ser dela. Ela me recorda a sua pressa para despachar o corretor, que nos mostrava cada cantinho da casa nova, cantinhos que fizemos questão de encher de nós. Ainda lembro, de você fechando a porta, voltando para sala e me olhando com aquele sorriso bobo e me agarrando com sorrisos, mochilas, mãos, celulares, beijos, atrasos, malas e vontades.
A varanda ainda continua com aquela mesinha de mármore e as cadeirinhas que ganhamos da sua avó e que você sempre gostava de sentar após termos contemplado o céu enquanto recuperávamos as forças com qualquer besteira encontrada na cozinha, e você me contava da sua cidade, do seu dia, dos nossos planos e da visão do mar e das estrelas que a nossa casa proporcionava.
As panelas e os utensílios da cozinha ainda ressoam o som das nossas gargalhadas de cozinheiros inexperientes: queimando, sujando, quebrando e sendo feliz a cada acerto. A geladeira nova também grita comigo como você gritava por causa da minha velha mania de deixar a porta dela aberta. Acho que vocês seriam bons amigos se chegassem a se conhecer.
Sabe quem outro dia deu o ar da graça? A sua velha amiga sanduicheira de pão, aquela que usar no fogão. Lembra dela? Pois é, ela me recordou como você ria todas as vezes que a usava e se perguntava como ainda tínhamos aquela raridade em nossa casa, e que mesmo assim não possuía coragem para quebrar as relações com ela. 
Foto retirada do www.casalsemvergonha.com.br                                                   
Os flashes do nosso quarto ainda são constantes. Ah, o nosso quarto! Nosso refúgio do mundo, dos problemas, das pessoas, o nosso campo Eliseos. A nossa cama ainda insisti em mostra que ela estar fria e que não possuo mais as suas pernas entrelaçadas as minhas e nem a sua preocupação quando eu acordava a noite por causa do calor e você sorria pra mim e me puxava para mais perto de você. É difícil não olhar para aquele espelho e não lembra de você cantando Taylor com a geringonça que gruda em tudo, enquanto eu corrigia as provas dos seus alunos. E você escrevia trechos de Enchanthed com seu pincel no pobre do espelho. Esse quarto é o cômodo que mais sente falta de você. Ele fala da gente brincando de lutinha, da bagunça que fazíamos nele, dos cantinhos, dos móveis que estão marcados com o nosso amor. Outro dia, recordávamos e rimos muito, do dia que a nossa intimidade ainda não havia alcançado seu ápice e você precisava usar o banheiro e me trancou no quarto, para eu não ver nada ou melhor, sentir nada. RS O quarto e eu também choramos muitas vezes juntos.
É claro que o banheiro mandou lembranças. Ele não esquece de você, também é impossível. O seu perfume ainda não saiu de lá! Impregnou nas paredes. Ora o outra ele ri de mim por causa do dia que chorei ao ver nossas escovas juntas no armário e você rindo da minha cara pelo nível de sensibilidade que eu havia atingido naquele momento. E depois me abraçou, beijou minha testa e soltou as palavras mais lindas que saiam da sua boca, o simples e complexo, eu te amo.
O box hoje embaça, pois desacostumei tomar banho gelado, seu corpo não está mais lá para aquecer-me e tenha certeza que a hora do banho nunca mais foi tão divertida como era. E sim! Eu aprendi a me enxugar e a escorrer a água do meu corpo antes de sair do box. Confesso que sinto falta da quantidade de produtos que ficavam em cima da pia, o número diminuiu consideravelmente,
A nossa casa ainda sente falta de você. E eu também sinto. E talvez isso explique o porquê escrevi isso. Ou talvez seja apenas o meu desejo de eternizar esses momentos tão caros para mim e, não permitir que eu perca nenhum detalhe desse tempo bom com o passa dos anos.

16/03/2015

Então... um novo tempo

Brasília, 16 de março de 2015.

Você pode ler esse texto escutando Not in that way




Oi! Tudo bem? Quanto tempo, né?! Estranhando esse e-mail? Acredite, eu estou mais assustado do que você.
Primeiro, antes de quaisquer outras palavras que estão a latejar dentro da minha cabeça e antes que você se encha destas palavras e não chegue ao final deste e-mail. Um FELIZ ANIVERSÁRIO! (Com dois mês e cinco dias de atraso) Parabéns! Que os seus sonhos sejam realizados segundo seus esforços e segundo a vontade de Deus! Que a felicidade e o crescimento sejam abundantes em sua nova vida! Eu lembrei... e meu Deus como eu lembrei, no entanto eu .... Fui muito eu.
Segundo, o meu novo ano também começou e, quero crescer também. Quero consertar erros passados, superar meus limites, melhorar no que não sou bom, ser mais verdadeiro comigo e com os outros. E, você, é uma das pessoas que preciso consertar as coisas, ser mais verdadeiro, pois tenho a sensação que a nossa história não terminou com um ponto final, mas com uma reticência. Eu poderia citar milhares de textos que se encaixariam perfeitamente aqui e traduziriam o que quero falar e seriam bem melhores do que minhas humildes palavras, porém não seria eu ou o meu novo eu. Rs
Durante todo esse tempo que passou, eu tentei. Eu juro que eu tentei! Tentei te esquecer, tentei te guardar no meu passado, tentei não comparar ninguém com você, tentei não prestar atenção nos meus pensamentos, não visitar sua página nas redes sociais, tentei não lembrar de você e da sua respiração quando começava a chover. Eu tentei sair, eu tentei conhecer novas pessoas e até conheci, no entanto nenhuma que me encantasse como você me encantou. Só que tudo isso foram tentativas frustradas, as minhas mãos ainda suam, as minhas pernas ainda tremem, o calafrio ainda vem e meu coração ainda acelera ao ver uma notificação sua nas minhas timelines, ainda sinto tudo isso ao ver seu rosto no meu bate papo quando você está online. Não me peça para explicar e nem me pergunte o porquê, porque eu não sei. Só sei que acontece.


Ver sua viagem para Londres, bagunçou tudo que eu imaginei está arrumado. Entretanto, não estava. Nunca esteve. Ver você viajando para um local que cogitamos a possibilidade de irmos juntos só me fez enxergar e ser verdadeiro comigo mesmo. Que apesar de todo este tempo que passou, que apesar de tudo que vivi, que tentei, que inventei e que menti. Só fez eu enxergar que ainda eu te amo, que o sentimento de cinco meses atrás continua mais forte do que nunca. Que ele não deixou de existir, que ele não se ocultou e nem foi trocado. Ele permanece. O ciúme ainda é o mesmo ou talvez mais forte por não poder senti-lo. O desejo de cuidar continua, a vontade de viver com você permanece.
Sei que você deve estar se perguntando o porquê de eu estar dizendo tudo isso, o porquê de ser agora. Como foi dito acima eu precisava dizer isso para você, e principalmente precisava dizer isso para mim. Dizer que ... Sim, eu te amo. Nunca deixei de te amar. Que sim, você faz falta. Sim, eu fui orgulhoso. Sim, eu preciso nomear meus sentimentos. E sim, acabou.
Não estou pedindo para voltar com todas essas palavras, porque até mesmo não sei nem como está sua vida agora. Se tem outra pessoa, se está focado em outra área da sua vida no momento ou se o sentimento para comigo é indiferente. Mas eu precisava expor essas palavras. E estou aprendendo com uma autora que diz: “as pessoas certas ficam juntas”.
Peço desculpas por retirar um pouco do seu tempo. Por atrapalhar sua rotina. Minhas sinceras desculpas. Perdão por estas palavras. E pelo incômodo. Você pode ignorar este texto e acreditar que nunca o recebeu e segui sua vida, porque eu vou seguir a minha, agora de verdade. Porém, se quiser tenta de novo. Se quiser recomeçar. Estou aberto para o novo e para tentarmos novamente restaurar a nossa amizade.

Muito obrigado pela sua paciência e pelo carinho.
Uma feliz vida!
Xero!

17/02/2015

Ontem faltou muito pouco





Ele se aproximou meio envergonhado, já havia alguns meses que não nos falávamos, se quer trocávamos uma mensagem no whatapps, chegou perto de mim com a cabeça baixa, as mãos no bolso, procurei seu sorriso, mas só encontrei uma lágrima escorrendo pelo seu rosto.
Oi, tudo bem?
Sim, tudo bem, já com você, né?
Hum... O meu mundo só anda desabando. Ontem...
Ontem faltou muito pouco para eu te ligar e destruí tudo que o nosso distanciamento construiu. Faltou muito pouco para eu não atrapalhar sua vida novamente e te fazer se preocupar novamente comigo, mas o resto de forças que me restava foi o suficiente para me segurar e fazer com que eu sentisse o peso do meu mundo e sofresse sozinho no meu canto.
Está tão difícil aguentar tudo isso. Está difícil caminhar sozinho, depois que eu acostumei a caminhar com alguém do meu lado. Você não tem noção da falta que você me faz, ou talvez tenha. Talvez você tenha noção da diferença que é minha vida sem você, sem os seus conselhos, sem as suas broncas, sem sua ironia, sem sua voz que tinha os decibéis e a tonalidade exata para me acalma. Você deve ainda se lembra da minha fragilidade, então...



Ontem eu chorei. Chorei porque você não está mais aqui. Chorei porque a minha vida profissional não está como eu gostaria, chorei porque meus sonhos de cinco anos atrás não se concretizaram, chorei porque escutei palavras duras de pessoas estúpidas, chorei porque minha vida não está como eu queria, chorei porque eu me sinto só, chorei porque as lembranças não me deixam, chorei porque você está longe. 
Ontem, senti todos os sentimentos que podem existi para serem sentidos, senti tanta falta do seu abraço, senti o frio da noite solitária, senti o gelo da lágrima escorrendo pelo meu rosto, lágrima que você nunca deixou com que chegassem ao final dele, senti saudades, senti dor, senti ciúmes, senti raiva do mundo, senti o ódio inflamando em meu ser, senti tristeza, senti a impotência rindo de mim, senti-me só.
Hoje, ti ver aqui, nesse café, onde tivemos tantos momentos alegres e especiais, não consegui só passar por você e te dá um sorrisinho junto com a minha piscadinha. Desculpa, eu precisava ver seu olhar e encontrar um pouquinho de forças para continuar, encontrar um pouquinho da sua audácia, da sua coragem, da sua fortaleza e encontrar inspiração novamente para viver. Você não precisa dizer nada, eu sei que a gente não daria certo, e estou aprendendo a viver com essa verdade, porém eu precisava do seu olhar para me manter vivo. 
Desculpa mais uma vez...
Desculpa por atrapalhar seu café...
Nem sei mais o que eu estou fazendo... 
Obrigado.
Desculpa. 
Tchau.
No que ele ia saindo o puxei pelo braço e sem pensar, sem hesita, o beijei. O porquê? Não sei. Só o fiz. 

29/01/2015

Acredito que você existe


Você pode ler esse texto ouvindo Thinking out lound



Estou esperando você chegar com seu jeitinho otimista de ver a vida. Aguardando a sua chegada calma e avassaladora na minha vidinha. Desejando que você me devolva o sentido de viver que a vida me roubou. Estou querendo ser incomodado pelos seus telefonemas, pelas suas mensagens, pelas suas cobranças, pelas suas surpresas e até pelas suas chatices.

Cadê você para colorir meus dias? Tirar-me da rotina, fazer o meu dia a dia se torna realmente dia. Estou te procurando, mesmo sabendo que não se procura alguém como você, você só simplesmente aparece.


Posso até me esconder atrás de uma fantasia de quem pouco se importa com essas coisas, mas no fundo... mas no fundo mesmo...eu sonho com um apê legal, perto do mar, com quem eu possa dormir e acordar e ver o mesmo rosto ao meu lado todos os dias sem ter as incertezas me cercando, que vá fazer compras comigo no supermercado. Acredita que eu tenho esse sonho, de fazer compras com a pessoa que estou amando!  Ah, sei lá, eu acho que seria algo romântico, você e a pessoa. RS. Sonho com você dividindo o silêncio comigo, a louça para lavar, me pegando de surpresa e me sujando com o molho branco do macarrão de domingo. Poxa, será que seria pedir muito uma vida ao seu lado?

Sabe, pode está tudo dando errado, levando milhares de golpes de todos os lados e tudo conspirando para, o não, ouvindo e vendo milhares de história que não deram certo. As pessoas desacreditando do amor e na simplicidade de uma vida a dois, mas ainda assim acredito que você existe para mim...